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LER - N.º 155 - Outono 2019

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Modificado: 29-02-2020
Expira em: 28-02-2021

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Descrição

Detalhes da Obra
Título:
LER
N.º 155 - Outono 2019

Detalhes do Artigo
Estado:
Usado / Capa com ligeiros sinais de manuseamento / Miolo em muito bom estado

Capa:
Mole

Editora:
Círculo de Leitores

Data da edição:
Outono 2019

Páginas:
128

Idioma:
Português

ISBN:
978-972-8493-21-9

Sinopse
Principais artigos da LER 155 - Outono 2019.
JONATHAN COE: «COM A IDADE PERDE-SE O MEDO DA CENSURA SOCIAL.»
Jonathan Coe regressa com uma ficção sobre o Brexit. O Coração de Inglaterra (publicado pela Porto Editora) é a continuação de uma série de romances que teve início na Birmigham natal do escritor, na década de 1970, e que, agora, reencontra as personagens no contexto do antes, durante e após referendo sobre a saída britânica da UE. Entrevista de Filipa Melo.

SHUSAKU ENDO, O IDIOTA MARAVILHOSO
Shusaku Endo, um dos autores mais significativos do século XX, pertencia a uma geração de escritores cristãos japoneses do pós-guerra, o que no Ocidente é visto como uma espécie de excentricidade. Adelino Ascenso e foi padre em Osaka, revisita a obra do autor japonês. Texto de Adelino Ascenso.

SAMUEL JOHNSON, ALIÁS DR. JOHNSON
Colossal, monumental, inultrapassável - e, infelizmente, pouco conhecido em Portugal, 210 anos depois do seu nascimento. A imagem de Johnson que nos chega através das eras é uma hidra de extremidades disformes: tantas quantas as deformidades, os lapsos, mesmo as injustiças, que têm caído sobre o crítico, leitor, linguista e historiador. Texto de Hugo Pinto Santos.

O DINHEIRO: DAR VOLTAS PARA NÃO FALAR DELE.
Diderot escreveu um livro para demonstrar que «os escritores, músicos, cortesãos, artistas, aventureiros, jogadores, especuladores, amantes do luxo e conhecedores da arte, freiras e monges, eram parasitas produzidos pela monstruosidade de uma sociedade barroca, corrupta e decadente, muito preocupada com a consciência e o estilo, mas pouco dados a discutir soluções práticas e pedestres». É um começo. Ensaio de André Canhoto Costa.

MULHERES DE LÍNGUA AFIADA, ENTRE OUTRAS COISAS.
Eis um conjunto de mulheres com o denominador comum de, ainda em vida, terem ficado conhecidas como sendo «de língua muito afiada». Por exemplo: Nora Ephron, Susan Sontag, Mary McCarthy, Hannah Arendt ou Dorothy Parker. As características da sua escrita, tanto a nível das ideias como do estilo, são muito diferentes, mas une-as a capacidade de terem escrito de uma forma memorável. Texto de Michelle Dean.

E AS HUMANIDADES, SÃO UM LIXO?
Em todo o mundo universitário, as velhas (e novas) áreas das Humanidades estão a diminuir os cursos, reduzir o investimento e a assistir à crescente perda de alunos - e de influência. As novas coqueluches são o mundo digital, as tecnologias e os seus cruzamentos com a economia e a engenharia. Uma reflexão que é necessária em Portugal. Texto de Michael Massing.

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